quinta-feira, 1 de agosto de 2013

Trekking no Annapurna: Dia 7 - Nepal





DIA 7 – 02/05/2013

Pisang a Manang: 6-7 horas de caminhada

Programação da agência:
Hoje é possível escolher entre duas rotas diferentes. Se você pegar a rota de cima (nós recomendamos), ou seja, a rota que passa por Upper Pisang via Geru, os cenários são extraordinários. A sensação é de estar horizontalmente de frente para os picos majestosos. A vista panorâmica dos cumes das montanhas, como o Annapurna, pico de Pisang e diversos outros vai certamente nos deixar maravilhados. A partir de hoje nós notaremos a mudança na paisagem e na vegetação. O frio e o clima seco criam um ambiente mais inóspito. Uma visita ao monastério de Barge, o maior de todo o distrito de Manang, será memorável.





"Após uma noite mal dormida (apesar das quase 11h), deixamos Pisang pra traz rumo à Manang, a “capital” da travessia de Thorong La. A caminhada envolvia duas possibilidades: uma por cima da montanha, com vistas melhores; e outra por baixo, através de uma floresta de pinheiros.
Um amigo para nos dar as boas vindas.
 Ontem a noite quando disse à Guiam que pretendíamos tentar o caminho pelo alto ele insinuou que seria muito difícil pra gente. Fez um teatro enorme para nos convencer a guardar energia para a grande passagem. A birra da Gabi parece que se confirmou e também começo a acreditar que nosso guia é preguiçoso.

Guiam, Prem e Gabi em um dos momentos de pausa.


Saímos as 8h da manhã com o sol já no céu para aproveitar o calor e compensar o vento gelado que tem nos acompanhado.


Deixamos a charmosa Pisang girando as rodas de oração e pedindo aos deuses da montanha um caminho tranquilo e menos dores nos joelhos. Já são tantas rodas agora que é impossível que não tenhamos sido ouvidos...

Detalhe das casas de pedra, coloridas apenas pelas bandeiras budistas e uma vaga lembrança da pintura original.


O trekking foi bastante tranquilo e vimos a paisagem mudar de floresta de inverno para descampados de pedras e arbustos baixos. O frio também aumentou e já caminhamos com casacos e proteção para ouvidos – nossas multifuncionais “buffs”.
A montanha branca cada vez mais próxima.

Quando olhamos em volta percebemos que estamos cercados pelas grandes montanhas que compõem o Annapurna. É confortante saber que elas já nos são familiares.
Foi quase na entrada de Manang que vimos nosso primeiro yak – o boi peludo do Himalaya. Chegamos cedo na vila e a paisagem é maravilhosa. Da janela do nosso quarto temos todas as montanhas aos nossos pés.
O simpático Yak!
Agora, no fim do dia, toda a “turminha do mosteiro” de ontem já tinha chegado também. As conversas giram em torno da expectativa de Thorong La.
Você sempre pode contar com o sorriso dos nepalêses.

A perspectiva de quatro dias de chuva assusta, mas ainda temos esperança. Mais pedidos junto as rodas de oração budistas, agora pelo bom tempo.






Um comentário:

Celina disse...

Ivan e Gabizinha

Consigo sentir o frio e o vento.

ADOREI a pequena planilha que resumo a imensão do ambiente diário.

Penso se as rodas de oração fazem algum barulho quando vocês passam a mão.

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